Nove "nãos" que todo empreendor precisa dizer.

1. Não à Todas Oportunidades

À primeira vista todas propostas podem parecer interessantes. Porém, se não estiverem alinhadas aos objetivos do negócio podem drenar recursos valiosos, impactar negativamente os resultados e até comprometer o atingimento de metas estabelecidas.

 

2. Não ao Perfeccionismo Paralisante.

Adiar o lançamento de um produto ou serviço até que ele atinja a “perfeição absoluta” é uma perigosa armadilhas. Embora o compromisso da empresa deva ser com a excelência, às vezes a melhor opção é priorizar uma entrega de valor com desempenho robusto, para satisfazer as demandas iniciais dos clientes e continuar investindo em melhorias e inovação. Ser transparente quanto ao status da entrega e pedir feedback, alem decgerar confiança fideliza o consumidor

 

3. Não a Tarefas que Podem Ser Delegadas ou Automatizadas

Executar todos processos do negocio sem qualquer apoio tecnológico ou colaboração humana, reduz a performance, rouba energia de ações estratégicas, gera desgastes e maximiza os riscos.
Responder e-mails repetitivos e atender a demandas operacionais recorrentes, são exemplos de atividades que devem ser delegadas ou Automatizadas abrindo espaço para uma melhor governança e gestão.

 

4. Não a Despesas Desnecessárias

Avaliar investimentos e gastos de forma racional e objetiva. Antes de adquirir ferramentas “de última geração” ou “comprar” ideias mirabolantes para expansão do negócio, questionar: “Este investimento é essencial agora? Existe uma alternativa com melhor custo-retorno que atenda às necessidades atuais? Qual o ROI esperado?”

 

5. Não a Parcerias ou Clientes Desalinhados

Conhecer, de fato, clientes e parceiros de negócio.
Uma parte interessada com reputação ruim, ou que demonstre resistência aos valores éticos que sustentam o negócio, representa séria ameaça à reputação da marca e pode gerar prejuízos e até comprometer sua permanência no mercado.

 

6. Não ao Esgotamento (Burnout)

Trabalhar sem pausas, pular refeições, sacrificar o sono ou lazer de forma recorrente, em nome da produtividade torna a empresa insustentável.
Perguntas a se fazer: “Estou me esgotando? A produtividade alcançada nesses termos é sustentável no longo prazo? A qualidade de minhas decisões estão sendo afetadas pela fadiga?”

 

7. Não a Ignorar Dados e Métricas

Estabelecer metas claras, factíveis e mensuráveis para os processos críticos do negócio e o desempenho esperado de parceiros e colaboradores. Avaliá-las periodicamente.
Perguntas a fazer: “Tenho metas claras e gero dados suficientes para comprovar seus níveis de atingimento? Estou tomando decisões baseadas em achismo?”

 

8. Não à Estagnação e à Falta de Aprendizado

Ignorar novas tendências, tecnologicas, ferramentas ou mudanças regulatórias.
Perguntas necessárias: “Estou me mantendo atualizado? Minha expertise e meus produtos refletem as últimas tendências e exigências do mercado?”

 

9. Não a Atalhos Éticos)

Aceitar pressão para flexibilizar normas ou ignorar procedimentos de compliance em prol da velocidade e do lucro imediato.
Diga “não” de forma inequívoca a essas situações e reforce os valores da empresa. Não existem resultados consistentes se as atitudes e os comportamentos “do dono” estiverem desalinhados de princípios éticos.